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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Plastiscines "LP1"

Em 2007 estas jovens ainda frequentam o secundário e já são capa da prestigiosa revista francesa ROCK & FOLK. Hype ou fenómeno ? em ambos os casos pode dizer-se que as PLASTISCINES marcam a forma como é produzido o Rock em França: observe-se um revivalismo protocolar com regras, nomeadamente indumentaria, muitos estritas. A atitude em palco também é Rock. A polémica sobre a genuidade desta banda surge pelo desfasamento entre imagem projectada e realidade fora do palco. As Influencias: THE STROKES, THE WHITE STRIPES, THE LIBERTINES.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

PacoVolume "Manhattan Baby"

Vencedor do Prémio CQFD da revista LES INROCKUPTIBLES em 2007, PacoVolume lança hoje este "Manhattan Baby" que relembra as melhoras horas da pop singela mas eficaz de DAVID BOWIE. Com ajuda na produção de FRANÇOIS CHEVALLIER (COLDPLAY, ARCADE FIRE), este disco ganha uma dimensão artística e comercial ao mesmo tempo. Melodias simples, produção sofisticada, refrães a trautear na cabeça: um álbum que foi playlistado nas principais rádios europeias.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Patricia Kaas "Piano Bar"

Patricia Kaas aime la chanson française, et pour lui rendre hommage elle nous propose un album plein de charme, d'émotion et de sensualité. Piano Bar évoque l'atmosphère de ces lieux intimistes et sert d'écrin à des adaptations version anglaise d'incontournables comme "Ne me quitte pas" de Jacques Brel ("If You Go Away"), "Et maintenant" de Gilbert Bécaud ("What Now My Love"), ou encore le "Que reste-t-il de nos amours ?" de Charles Trenet ("I Wish You Love"). L'artiste a ainsi souhaité redonner les lettres de noblesse au terme "Piano Bar" et se livre à des interprétations suaves. Il suffit d'écouter "The Summer Love" ("Un été 42") et "Un homme et une femme" pour en être convaincu. La fille de l'Est s'est alloué les services du producteur et arrangeur Robin Millar, ainsi que ceux du grand compositeur français Michel Legrand, notamment pour "Les Moulins de mon cœur" et pour le générique du film "And Now… Ladies & Gentlemen", de Claude Lelouch. Ce séduisant album accompagnera vos longues soirées d'été. Au terme de quinze années d'une carrière ponctuée de quelque six cents concerts sur les cinq continents, Patricia Kaas aura, plus que quiconque, mérité son titre d'ambassadrice de la chanson française. C'est sans doute – entre autres qualités – pour cette raison, que Claude Lelouch l'a choisie pour interpréter le rôle féminin principal (celui d'une chanteuse de bar) dans son nouveau film And Now, Ladies and Gentlemen, aux côtés du mystérieux Jeremy Irons. Histoire d'accompagner la sortie de ce film devant marquer un tournant décisif dans le fabuleux destin de la petite de Forbach, et alors que viennent de sortir coup sur coup un live de sa dernière tournée et un best of, Patricia a légitimement choisi de revisiter quelques-uns des plus grands standards de la chanson française (Piaf, Bécaud, Trenet, Aznavour, Montand), pour la plupart dans leur adaptation anglaise mondialement connue et pour beaucoup extraites du film : "My Man" (Mon homme), "If You Go Away" (Ne me quitte pas), "What Now My Love" (Et maintenant), "Autumn Leaves" (Les Feuilles mortes), "Yesterday When I Was Young" (Hier encore)...
Produit et arrangé de main de maître par Robin Millar (cf. "Je te dis vous", 1993), à l'exception du générique, And Now, Ladies and Gentlemen, clôturant l'album et coproduit par Michel Legrand, l'ensemble conçu avec finesse et inventivité, dans un esprit très actuel et d'ailleurs plus proche du "Lounge Bar" que du "Piano Bar", jouit en tout cas d'une grande modernité et échappe au sentiment de "déjà entendu mille fois", si fréquent dans ce genre d'entreprise, notamment grâce à la subtilité de l'interprétation de mademoiselle Kaas, plus nuancée que jamais : bref, un album intemporel et promis à un succès international.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Peryia Melam "Temple de Chida Mbaram"

Ligado ao templo de CHIDAMBARAM do sul da Índia (dedicado a VISHNOU mas também a SHIVA), o Conjunto Periya Melam toca a sua musica ritualista ao som vibrantes dos oboés NAGASWARAM e dos tambores TAVIL. Este colectivo permanece a única formação de musica KARNATICA ligada aos rituais e cerimonias HINDOUS.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

segunda-feira, 21 de junho de 2010

V/A - "Palenque Palenque: Champeta Criolla And Afro-Roots In Colombia 1975-91"

Co-compilado por Lucas Silva (residente em Bogotá e dono de PALENQUE Records) e por Miles Cleret fundador do selo SOUNDWAY, este álbum reúne o melhor daquilo que é o género singular por excelência. A relação que a costa caribeense da Colômbia tem com África desde o século XVII deu luz a ritmos que somos pouco habituados a ouvir e que tomaram outros rumos que aqueles do son, rumba e outros ritmos latinos. A percussão deste Heavy Champeta é embriagante quase voodoo, o baixo é profundo e psicadélico, o uso do acordeão é desviado. Os sound-system dos anos 70 e os toques específicos dos DJ's contribuíram muito para a elaboração deste som único.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

V/A - "Paris"

Banda Sonora do filme "Paris" de CEDRIC KLAPISCH. O realizador de "Residência Espanhola" e "As Bonecas Russas" é conhecido pelo seu eclectismo e amor pela musica. O tratamento que ele dá as bandas sonoras dos seus filmes é tão importante quanto a própria imagem. O resultado aqui é uma aposta inesperada onde o angolano ARTUR NUNES com o mítico "TIA" conjuga-se com o cinemático-electro WAX TAILOR, o produtor soul QUINCY JONES ou ainda o psicadélico KATERINE. Uma banda sonora em perfeita adequação com o espírito do filme que se quer um pastiche de vidas de pessoas de origens e classes diferentes.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Peter Von Poehl "May day"

Segundo álbum muito aguardado deste sueco que entregou em 2006 o muito aclamado "Going to Where the Tea Trees Are". Na origem, a música pop tinha um propósito bem definido: ser descartável, reproduzível ao infinito e consumível pelo maior numero. Isto era sem contar com uma corrente surda a este tipo de discurso que, de LEFT BANKE aos ZOMBIES, de HARRY NILSSON aos NITS, criou uma pop artesanal não estandardizada. Num registo mais rock, mais firme e menos melancólico que poderíamos esperar (primeiro álbum), Peter Von Poehl inscreve-se plenamente nesta família de não conformados. Entre rock-baladas e poesia, ele atribui a POP a sua melhor definição: uma arte efémera feita para durar.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Le Peuple de L'Herbe "Tilt"

Quinto álbum do colectivo, menos conceptual que o anterior "Radio Blood Money", "Tilt" não deixa de ser uma grande viagem musical. Abra com "Heart & Soul" que resume fielmente o espírito musical da banda: um deflagração instrumental cinemática, uma imponente secção de metais post-soul, uma rítmica pesada, umas vozes fantasmagóricas. Todos os estilos e influencias são aqui conjugados. O Rock, o jazz mas também o Hip hop ou o som mariachi; em resumo, um trip hop mestiço que poderia parecer um "arruma tudo caótico" mas que apresenta uma impressionante coerência...

segunda-feira, 22 de março de 2010

Pax Nicholas & The Nettey Family "Na Teef Know De Road Of Teef"

Pax Nicholas a.k.a Nicholas Addo-Nettey, natural do Ghana, foi percussionista e cantor de FELA KUTI durante toda a década de 70. Hoje vive em Berlim onde participou em projecto tão ecléctico quanto o álbum "Dwelers on thresold" dos TARWATER ou "Joystone" de JIMI TENOR & KABU KABU. "Na teef..." é o segundo álbum de PAX. Gravado em 1973 com o AFRICA 70 no estúdio de GINGER BAKER em Lagos, nunca chegou a ser editado; em parte por causa do descontentamento de FELA que proibiu aos seus músicos de voltar a gravar sem ele. "Na teef..." é um bomba afrobeat, uma pepita completamente inédita oferecido hoje pela DAPTONE RECORDS.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

V/A - "Panama! 3 - Calypso Panameno, Guajira Jazz & Cumbia Tipica On Theisthmus 1960-75"

O Volume 3 apresenta mais do universo tropical único criado em Panamá na década de 60/70's. Panamá é a fina ponte que conecta as Américas do Norte e do Sul e é a casa de 3 milhões de pessoas tão diversas musicalmente quanto a variedade das culturas. A musica é uma mistura espiritual de ritmos Latin Jazz, Caribeense, Europeu e indígena. Desde calypsos ao guajira jazz, do tropical guarachas à cumbia tamboreras, músicos panamenses destemidos combinam e executam brilhantemente estilos que reflectem o multiculturalismo perante uma conjuntura histórica difícil. Este material é raro ou completamente inédito. O alinhamento beneficiou da participação do produtor exilado na Colômbia QUANTIC.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

V/A - "Pop Ladies"